A utilização do biodiesel, combustível renovável, obtido a partir de óleos vegetais e dos álcoois metílico e etílico (álcool da cana) deverá ser regulamentada em breve pela Agência Nacional do Petróleo para o teste em frotas cativas, na forma de B5. A mistura constituída de 5% de biodiesel e de 95% de petrodiesel é denominada B5 e deverá trazer uma série de vantagens para a economia do país, reduzindo as importações de petrodiesel em 33%. Atualmente o Brasil importa aproximadamente 15% do petrodiesel necessário para a movimentação da sua frota de transporte. Essas importações são responsáveis pela remessa de divisas equivalentes a US$ 1,2 bilhão e o emprego do B5 representará uma economia de US$ 400 milhões para o país. Além do benefício para a balança de pagamentos com a conseqüente redução das importações, o país deverá incrementar a sua produção agrícola (produção de soja, girassol, e outras oleaginosas, além da cana de açúcar) e incentivar novos investimentos no setor industrial, causando desta maneira uma mudança significativa na geração de novos empregos.
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outubro 06, 2007
agosto 17, 2007
Meio ambiente e desenvolvimento sustentável: o mundo na encruzilhada da História
Por HENRIQUE RATTNER
“Se um Estado é governado pelos princípios da razão, a pobreza e a miséria são motivos de vergonha; se um Estado não é governado por esses princípios, a riqueza e as honras é que são motivos de vergonha”. (Confúcio, apud Henry D. Thoreau – Walden ou a vida nos bosques)

De Estocolmo a Johannesburgo
Decorridos trinta anos desde a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo e dez anos após a CNUMAD – Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), ocorre uma nova mobilização em escala mundial, convocando para a terceira Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+10) que será realizada em agosto/setembro de 2002, em Johannesburgo, África do Sul. Será uma nova oportunidade para passar em revista os principais problemas ambientais e humanos que afligem as populações de nosso globo. Mas, a Conferência servirá também de palco para expor e discutir os obstáculos e resistências encontrados na implantação da Agenda 21, em níveis local, nacional e internacional. Apesar dos esforços despendidos nos dez anos passados, com inúmeras reuniões e debates travados, sobre propostas e resoluções, metas e indicadores, o balanço geral não é animador. Comparado com a urgência dos problemas, os avanços reais no cumprimento das metas da Agenda 21 foram insignificantes e as perspectivas de uma mudança nas atitudes políticas por parte dos governos não autorizam uma visão mais otimista do futuro. Entretanto, uma enxurrada de propostas de políticas ambientais e sua respectiva legislação estão circulando nos gabinetes dos Legislativos e Executivos, aguardando decisões e regulamentação. As resistências às normas ambientais mais rígidas manifestam-se também nas organizações internacionais, onde os representantes dos governos dos países mais ricos, sobretudo os EUA, protelam ou recusam a assinatura de tratados e protocolos, alegando prejuízos para suas respectivas economias nacionais.
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“Se um Estado é governado pelos princípios da razão, a pobreza e a miséria são motivos de vergonha; se um Estado não é governado por esses princípios, a riqueza e as honras é que são motivos de vergonha”. (Confúcio, apud Henry D. Thoreau – Walden ou a vida nos bosques)

De Estocolmo a Johannesburgo
Decorridos trinta anos desde a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo e dez anos após a CNUMAD – Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), ocorre uma nova mobilização em escala mundial, convocando para a terceira Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+10) que será realizada em agosto/setembro de 2002, em Johannesburgo, África do Sul. Será uma nova oportunidade para passar em revista os principais problemas ambientais e humanos que afligem as populações de nosso globo. Mas, a Conferência servirá também de palco para expor e discutir os obstáculos e resistências encontrados na implantação da Agenda 21, em níveis local, nacional e internacional. Apesar dos esforços despendidos nos dez anos passados, com inúmeras reuniões e debates travados, sobre propostas e resoluções, metas e indicadores, o balanço geral não é animador. Comparado com a urgência dos problemas, os avanços reais no cumprimento das metas da Agenda 21 foram insignificantes e as perspectivas de uma mudança nas atitudes políticas por parte dos governos não autorizam uma visão mais otimista do futuro. Entretanto, uma enxurrada de propostas de políticas ambientais e sua respectiva legislação estão circulando nos gabinetes dos Legislativos e Executivos, aguardando decisões e regulamentação. As resistências às normas ambientais mais rígidas manifestam-se também nas organizações internacionais, onde os representantes dos governos dos países mais ricos, sobretudo os EUA, protelam ou recusam a assinatura de tratados e protocolos, alegando prejuízos para suas respectivas economias nacionais.
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POBREZA, MEIO AMBIENTE E INESTABILIDADE GLOBAL
por Edison Barbieri
Mais pobreza = mais degradação ambiental = mais violência
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), nos países pobres do hemisfério sul, um bilhão de pessoas não dispõe de água potável, 1,3 milhão está exposto à fuligem e à fumaça. Quase um quarto da população mundial se alimenta a um custo de três dólares por dia e essa situação tem se agravado. Em 1982, havia trinta países pobres; no ano de 2000, esse número chegou a 47.
agosto 10, 2007
O Silêncio ...
"O que mais preocupa não é os gritos dos VIOLENTOS, Nem dos CORRUPTOS, Nem dos DESONESTOS, Nem dos SEM-CARATER,Nem dos SEM-ÉTICA.O que mais preocupa é o SILÊNCIO dos BONS."
Martin Luther King
agosto 04, 2007
4º Prêmio Mostra PUC-Rio Petrobras
Objetivo
O objetivo do PRÊMIO MOSTRA PUC-RIO/PETROBRAS é estimular a juventude universitária a usar o conhecimento como forma de construir uma nova realidade, fazendo dos seus estudos e ações meios capazes de influenciar políticas públicas, de proporcionar o desenvolvimento científico e tecnológico e de promover o acesso à cultura, para que a sociedade seja beneficiária do conhecimento produzido na universidade.
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O objetivo do PRÊMIO MOSTRA PUC-RIO/PETROBRAS é estimular a juventude universitária a usar o conhecimento como forma de construir uma nova realidade, fazendo dos seus estudos e ações meios capazes de influenciar políticas públicas, de proporcionar o desenvolvimento científico e tecnológico e de promover o acesso à cultura, para que a sociedade seja beneficiária do conhecimento produzido na universidade.
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MOSTRA PUC-RIO
Apresentação
A XI Mostra PUC será realizada entre os dias 21 e 24 de Agosto, com o tema: As Relações Internacionais de Trabalho e o Meio Ambiente. A temática ora escolhida deverá suscitar nos participantes da Mostra um maior conhecimento sobre os desafios que as relações internacionais de trabalho estão a demonstrar, não só pela rotatividade e difusão espacial dos quadros funcionais, mas principalmente pela nova formatação das competências, aliado a exigência de uma educação acadêmica continuada.
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Projeto de Educação Ambiental para a Escola
Projeto "Minha Escola Limpa, Meu Mundo Limpo".
Este projeto foi implementado con grande sucesso em Córdoba, Argentina .
Estou Trabalhando para publicar em breve o projeto em português.
Para maior informação entrar em contato a: marcosbadra@gmail.com
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Este projeto foi implementado con grande sucesso em Córdoba, Argentina .
Estou Trabalhando para publicar em breve o projeto em português.
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