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novembro 11, 2008

El mar es más rico de lo que se pensaba


Calamar ojigrande (Histioteithis bonelli) (Imagen: Censo de la Vida Marina)
El Censo se inició en el 2000 y se espera que esté concluido en el 2010.


Pulpos de 30 millones de años de antigüedad, estrellas de mar gigantescas y moluscos colosales, son algunas de las 250.000 especies registradas en la 4a edición del Censo de la Vida Marina.


El Censo, que se presentará en la Conferencia Mundial de Biodiversidad Marina de Valencia, España, es un proyecto internacional que intenta catalogar todas las especies que viven en los océanos y mares del planeta.


El proyecto, en el que participan unos 2.000 científicos de 82 países, comenzó en el año 2000 y se espera que esté finalizado para 2010.


Y tal como revela este 4° y último informe de avance, la biodiversidad marina del planeta es mucho mayor de lo que previamente se había pensado.


"El programa tiene como objetivo estudiar la biodiversidad, distribución y abundancia de todos los organismos marinos que están en los océanos" dijo a BBC Ciencia la doctora Patricia Miloslavich, de la Universidad Simón Bolívar, en Venezuela e investigadora titular del Censo.


"Y también busca ver los efectos que ha tenido el ser humano sobre las poblaciones marinas en el pasado y la predicción de lo que podría pasar a causa de estos efectos en el futuro", agregó.

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WWF pesquisa como cuiabano usa ambiente

ALEXANDRE APRÁ
Especial para o Diário

O desenvolvimento sustentável ambiental de Cuiabá será tema de um projeto de pesquisa da Organização Não-governamental WWF-Brasil em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Smades). O acordo foi firmado na manhã de ontem, em Cuiabá, durante o workshop "Que marca queremos deixar no planeta?".

O projeto Pegadas Ecológicas é uma pesquisa desenvolvida pela WWF–Brasil que calcula o quanto cada pessoa consome da natureza para sustentar seu estilo de vida. A análise apresenta uma estimativa, em hectares, da extensão de território que um ser humano ou toda uma sociedade utiliza, em média, para sobreviver. .:: Leia mais::.

novembro 18, 2007

Em gráficos: Veja as mudanças previstas pela ONU

Fonte: BBC Brasil

Cientistas de mais de 130 países indicaram neste ano em um relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, na sigla em inglês) que é “muito possível” que a atividade humana seja a causa das mudanças climáticas. Os gráficos abaixo ilustram as previsões sobre como as temperaturas do planeta devem aumentar no próximo século.

O IPCC diz que as temperaturas têm grande chance de aumentar de 1,8ºC a 4ºC até 2100. Mas há também a possibilidade de que essa variação seja de 1,1ºC a 6,4ºC. Os mapas acima mostram como três cenários de variações de temperatura podem afetar diferentes partes do planeta.

Os cenários A1B, A2 e B1, usados para criar os mapas acima, são baseados em dados econômicos e tecnológicos. Esses cenários consideram diferentes aumentos populacionais, o uso de combustíveis fósseis e alternativos e o conseqüente crescimento na emissão de CO2. Os resultados estão nos gráficos abaixo:

O dióxido de carbono é o principal gás do chamado efeito estufa e o aumento da sua emissão desde a Revolução Industrial é claro. A queima de carvão, o uso do petróleo e o desmatamento são atividades que liberam CO2 na atmosfera.

Outros dois importantes gases de efeito estufa são o metano e o óxido nitroso. Ambos estão muito menos presentes na atmosfera que o CO2, mas têm um efeito muito mais devastador e sua presença também está crescendo. O metano provoca 20 vezes mais danos que o CO2, enquanto o óxido nitroso é 300 vezes mais forte.

Opinião: 'Conclusões do IPCC não são infalíveis'

John Christy
Professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Alabama

Enquanto o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) dá os últimos retoques em seu relatório final deste ano, um de seus mais importantes cientistas faz uma análise do painel e avalia quão bem ele funciona. Aqui está a visão de John Christy, Professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Alabama, tido como um dos principais pesquisadores sobre a questão da mudança na temperatura:

"O IPCC é uma estrutura em torno da qual centenas de cientistas e outros participantes estão organizados para fazer uma triagem da abundante literatura sobre a mudança climática e produzir uma síntese das descobertas mais importantes e relevantes.

Estas descobertas são publicadas periodicamente para informar os formuladores de políticas ambientais sobre onde os membros do IPCC acreditam que o clima da Terra esteve, para onde está indo e o que poderia ser feito para adaptar ou mesmo ajustar as conseqüências previstas.

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'Amazônia está sendo sufocada', afirma Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse neste sábado que a Amazônia está "sendo sufocada", ao encerrar a reunião do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em Valência.

A uma plenária de centenas de representantes de diversos países, o secretário contou o que viu em sua recente viagem à América do Sul, que incluiu a floresta tropical brasileira.

"Na Amazônia, vi como a floresta, o 'pulmão da terra' está sendo sufocada. O Brasil está fazendo avanços sérios no combate ao desmatamento e promovendo o gerenciamento sustentável da floresta. Mas o governo teme que o aquecimento global já esteja minando estes esforços", afirmou Ban.

"Se a previsão mais forte do grupo (IPCC) se tornar realidade, grande parte da selva amazônica se transformará em savana."

Responsabilidade

Segundo ele, "a Antártida, as geleiras de Torres del Paine, a Amazônia - toda a humanidade deve assumir a responsabilidade por essas jóias em nome das gerações futuras", declarou.

O texto que foi divulgado oficialmente neste sábado pelo secretário-geral não menciona a Amazônia ao listar ecossistemas onde já se percebem evidencias "fortes" de impacto da mudança climática.

Mas os negociadores incluíram um quadro mais "suave" em que, entre vários exemplos, afirmam que "até meados do século, projeta-se que aumentos de temperaturas associados à redução do nível de água no solo ocasionarão uma substituição gradual da floresta tropical por savana no leste da Amazônia".

Além disso, eles enfatizaram que terras semi-áridas do continente sul-americano - como o sertão nordestino - tendem a ser substituídas por vegetação árida.

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novembro 17, 2007

Painel da ONU alerta para mudança 'irreversível' do clima

 

Rajendra Pachauri, presidente do IPCC

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas

(IPCC) concluiu nesta sexta-feira, em Valência (Espanha), seu relatório político sobre o estado do clima no planeta, alertando para impactos "irreversíveis" caso os governos não tomem medidas concretas contra o aquecimento global.

O documento final – que terá grande peso nas negociações sobre o clima que ocorrem daqui a um mês em Bali, na Indonésia – contém um trecho que foi questionado pelos Estados Unidos em negociações que se arrastaram diversas vezes até depois das dez horas da noite.

Em inglês, a frase afirma que "as atividades humanas podem levar a impactos e mudanças climáticas abruptas e irreversíveis". Na quarta-feira, a delegação americana manifestava objeções e tentava retirar o trecho do relatório.

Os Estados Unidos, que não ratificaram o Protocolo de Kyoto e foram acusados de tentar minar as discussões sobre o clima na reunião do G8, na Alemanha, são apontados como partidários de "suavizar" também as conclusões do IPCC.

Quanto mais forte a linguagem utilizada pelo IPCC, mais pressão os governos sofrerão para adotar medidas urgentes contra a mudança climática.

Na abertura da conferência do IPCC, na segunda-feira, o chefe da Agência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (UNFCCC, na sigla em inglês), Yvo de Boer, disse que não agir neste sentido seria "criminoso".

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Solução de 'meio-termo' põe Amazônia em relatório do IPCC

 

Floresta amazônica

Uma solução “de meio-termo” aceita apenas no final de uma longa negociação foi necessária para colocar no relatório final do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) uma menção à floresta amazônica.

Por iniciativa brasileira, incluiu-se um quadro apresentando exemplos de regiões que podem ser afetadas pela mudança climática em todo o mundo, entre as quais estão a Amazônia e o semi-árido nordestino.

"Até meados do século, projeta-se que aumentos de temperaturas associados à redução do nível de água no solo ocasionarão uma substituição gradual da floresta tropical por savana no leste da Amazônia", diz um trecho do quadro. “A vegetação semi-árida tende a ser substituída por vegetação árida.”

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