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março 31, 2009

Marketing Verde – O Meio Ambiente vende

Novos paradigmas para um novo mundo.

Nos últimos anos os movimentos “ecológicos” ou “ambientalistas” têm contribuído com o aumento da consciência pública de cuidar o meio ambiente. Os problemas ambientais, hoje tema de numerosas matérias nos jornais locais, regionais e internacionais, preocupam às pessoas sobre as conseqüências de um modelo econômico fundamentado na estimulação do consumo irracional.


Por outro lado, os consumidores, cada dia mais conscientes da necessidade de mudar e desenvolver um novo modelo de crescimento, mudaram os motivos pelos quais compram determinados produtos. Antigamente as pessoas compravam objetos pensando na necessidade de obter determinado beneficio, diretamente vinculado ao produto. Aos poucos estes conceitos foram mudando e hoje os consumidores comprar serviços que os objetos oferecem.


Sobre cada produto que vamos escolher no dia a dia temos inumeráveis opções de marcas e modelos. O que nos motiva a comprar um e rejeitar os demais? Exatamente os serviços que o produto oferece. Um exemplo: quando compramos um carro, hoje compramos na realidade status, conforto, segurança e imagem. O carro é o meio pelo qual as empresas nos oferecem estes serviços. Quando compro um creme de barbear, compro o sex appeal, o charme e o estilo que o creme oferece. Os conceitos de qualidade desenvolvidos hoje no mundo dos sistemas de gestão procuram justamente isto, identificar as necessidades e expectativas do cliente e satisfazê-las alem do esperado.


E o marketing verde pode ser a oportunidade das empresas para vender qualidade ambiental e dos consumidores para estimularem práticas sustentáveis no setor produtivo.
Promover o carro que alem de ser econômico, com estilo, seu modelo diferenciado ofereça um beneficio para o meio ambiente. Oferecer um produto de limpeza que garanta sua degradabilidade e tratabilidade e que não intoxique os ecossistemas naturais aquáticos. Oferecer embalagens que sejam 100% de origem de material reciclado e ao mesmo tempo 100% toda reciclável. Comprar produtos de empresas que ofereçam um meio pós-venda pelo qual possamos devolver os resíduos para a reciclagem dos mesmos. Em fim, empresas que tenham um diferencial oferecendo serviços para elevar minha qualidade de vida e meu bem-estar.
Neste novo modelo o Estado e as organizações da sociedade civil têm o papel fundamental de orientar os consumidores para poder diferenciar as mensagens publicitárias e individualizar as verdadeiras ações pro - ambiente e as meramente mercantilistas.


O futuro está definido pela sustentabilidade e a sobrevivência com a maior qualidade de vida e o bem-estar das pessoas e das comunidades diante dos cenários dos grandes problemas ambientais, a desertificação, o escassez dos recursos naturais, o aumento da pobreza, os conflitos pela água e a mudança do clima. O Marketing Verde passará a ser uma necessidade estratégica para que as empresas consigam colocar seus produtos em venda no mercado e os consumidores possam escolher qual serviço ofertado é mais compatível com a demanda de um desenvolvimento sustentável.


Precisamos desenvolver um modelo de crescimento desde uma perspectiva ecológica para garantir um futuro de qualidade para nós e nossos filhos. Este novo conceito de serviços verdes marcará a diferença na forma de consumo e transformará o meio ambiente em uma forma rentável de orientar os negócios e a produção.

De qualquer forma, o futuro chegou. Vamos observar e estimular o Marketing Verde, comprando conscientemente os produtos que nos ofereçam qualidade de vida, bem-estar e sobre tudo sustentabilidade sócio-ambiental.

Escrito por Marcos Alejandro Badra - marcosbadra@gmail.com

março 22, 2009

Temos tempo para uma nova consciência ambiental?






Uma nova consciência ambiental.


Apesar de ainda tímido, o surgir de uma nova consciência ambiental vai acordando na sociedade do século XXI. Os problemas ambientais, que crescem geometricamente e com uma sinergia cada vez mais acelerada e evidente se transformaram em tema de preocupação diária, tanto das empresas como dos consumidores. Novas leis, acordos regionais, nacionais e internacionais, privados e públicos, todos eles tentando regulamentar uma cultura que se desenvolveu durantes décadas.


Temos tempo para esperar o desenvolvimento de uma nova consciência ambiental? Ao ritmo que os problemas ambientais estão crescendo, o tempo de atuar é hoje. Porém, para isso precisamos de uma nova estratégia, inter-disciplinária e inter-setorial. Abordar a problemática ambiental requer de medidas urgentes, onde programas educativos para o desenvolvimento sustentável alcancem àqueles que tomam as decisões: empresários, políticos, gerentes, líderes, e consumidores. Desde todos os setores dos sistemas sociais é urgente a elaboração de programas de treinamento em educação ambiental, onde seja abordada a problemática ambiental e com conteúdos vivenciais, seja desenvolvida uma sensibilização e uma nova consciência ambiental capaz de tomar decisões sustentáveis e influenciar no rumo que da humanidade.


As empresas têm tomado iniciativas interessantes nos últimos anos para poder contribuir com a preservação do meio ambiente, porém é comum que dentro destas mesmas empresas seus colaboradores ainda não incorporaram as boas práticas ambientais, nascidas em uma nova consciência ambientalmente responsável. Estas mesmas empresas investem grandes quantidades de dinheiro, tempo e recursos em desenvolver uma imagem de produção ecológicamente correta, mas seus principais promotores de imagem ambiental, seus colaboradores, não são conscientes das necessidades desta nova cultura. O foco para o sucesso ambiental de qualquer organização é desenvolver uma consciência ambiental em cada um de seus colaboradores, para que a partir de uma participação ativa, eles promovam os valores e princípios da empresa dentro e fora da organização e desde sua experiência diária consigam identificar oportunidades de sustentabilidade.


Temos hoje a necessidade de mudar, porque o amanhã já nos alcançou e as conseqüências de nossas práticas não sustentáveis também, porém a mudança para evitar a permanência destas conseqüências deve ser feita hoje. Saber-pensar ambientalmente, saber-saber ambientalmente e saber-fazer ambientalmente é um imperativo que precisamos atender. O desafio é grande e só com novas formas conseguiremos uma nova consciência ambiental para poder olhar um futuro diferente e sustentável.



Escrito por Marcos Alejandro Badra

novembro 11, 2008

El mar es más rico de lo que se pensaba


Calamar ojigrande (Histioteithis bonelli) (Imagen: Censo de la Vida Marina)
El Censo se inició en el 2000 y se espera que esté concluido en el 2010.


Pulpos de 30 millones de años de antigüedad, estrellas de mar gigantescas y moluscos colosales, son algunas de las 250.000 especies registradas en la 4a edición del Censo de la Vida Marina.


El Censo, que se presentará en la Conferencia Mundial de Biodiversidad Marina de Valencia, España, es un proyecto internacional que intenta catalogar todas las especies que viven en los océanos y mares del planeta.


El proyecto, en el que participan unos 2.000 científicos de 82 países, comenzó en el año 2000 y se espera que esté finalizado para 2010.


Y tal como revela este 4° y último informe de avance, la biodiversidad marina del planeta es mucho mayor de lo que previamente se había pensado.


"El programa tiene como objetivo estudiar la biodiversidad, distribución y abundancia de todos los organismos marinos que están en los océanos" dijo a BBC Ciencia la doctora Patricia Miloslavich, de la Universidad Simón Bolívar, en Venezuela e investigadora titular del Censo.


"Y también busca ver los efectos que ha tenido el ser humano sobre las poblaciones marinas en el pasado y la predicción de lo que podría pasar a causa de estos efectos en el futuro", agregó.

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WWF pesquisa como cuiabano usa ambiente

ALEXANDRE APRÁ
Especial para o Diário

O desenvolvimento sustentável ambiental de Cuiabá será tema de um projeto de pesquisa da Organização Não-governamental WWF-Brasil em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Smades). O acordo foi firmado na manhã de ontem, em Cuiabá, durante o workshop "Que marca queremos deixar no planeta?".

O projeto Pegadas Ecológicas é uma pesquisa desenvolvida pela WWF–Brasil que calcula o quanto cada pessoa consome da natureza para sustentar seu estilo de vida. A análise apresenta uma estimativa, em hectares, da extensão de território que um ser humano ou toda uma sociedade utiliza, em média, para sobreviver. .:: Leia mais::.

novembro 18, 2007

Em gráficos: Veja as mudanças previstas pela ONU

Fonte: BBC Brasil

Cientistas de mais de 130 países indicaram neste ano em um relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, na sigla em inglês) que é “muito possível” que a atividade humana seja a causa das mudanças climáticas. Os gráficos abaixo ilustram as previsões sobre como as temperaturas do planeta devem aumentar no próximo século.

O IPCC diz que as temperaturas têm grande chance de aumentar de 1,8ºC a 4ºC até 2100. Mas há também a possibilidade de que essa variação seja de 1,1ºC a 6,4ºC. Os mapas acima mostram como três cenários de variações de temperatura podem afetar diferentes partes do planeta.

Os cenários A1B, A2 e B1, usados para criar os mapas acima, são baseados em dados econômicos e tecnológicos. Esses cenários consideram diferentes aumentos populacionais, o uso de combustíveis fósseis e alternativos e o conseqüente crescimento na emissão de CO2. Os resultados estão nos gráficos abaixo:

O dióxido de carbono é o principal gás do chamado efeito estufa e o aumento da sua emissão desde a Revolução Industrial é claro. A queima de carvão, o uso do petróleo e o desmatamento são atividades que liberam CO2 na atmosfera.

Outros dois importantes gases de efeito estufa são o metano e o óxido nitroso. Ambos estão muito menos presentes na atmosfera que o CO2, mas têm um efeito muito mais devastador e sua presença também está crescendo. O metano provoca 20 vezes mais danos que o CO2, enquanto o óxido nitroso é 300 vezes mais forte.

Opinião: 'Conclusões do IPCC não são infalíveis'

John Christy
Professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Alabama

Enquanto o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) dá os últimos retoques em seu relatório final deste ano, um de seus mais importantes cientistas faz uma análise do painel e avalia quão bem ele funciona. Aqui está a visão de John Christy, Professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Alabama, tido como um dos principais pesquisadores sobre a questão da mudança na temperatura:

"O IPCC é uma estrutura em torno da qual centenas de cientistas e outros participantes estão organizados para fazer uma triagem da abundante literatura sobre a mudança climática e produzir uma síntese das descobertas mais importantes e relevantes.

Estas descobertas são publicadas periodicamente para informar os formuladores de políticas ambientais sobre onde os membros do IPCC acreditam que o clima da Terra esteve, para onde está indo e o que poderia ser feito para adaptar ou mesmo ajustar as conseqüências previstas.

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'Amazônia está sendo sufocada', afirma Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse neste sábado que a Amazônia está "sendo sufocada", ao encerrar a reunião do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em Valência.

A uma plenária de centenas de representantes de diversos países, o secretário contou o que viu em sua recente viagem à América do Sul, que incluiu a floresta tropical brasileira.

"Na Amazônia, vi como a floresta, o 'pulmão da terra' está sendo sufocada. O Brasil está fazendo avanços sérios no combate ao desmatamento e promovendo o gerenciamento sustentável da floresta. Mas o governo teme que o aquecimento global já esteja minando estes esforços", afirmou Ban.

"Se a previsão mais forte do grupo (IPCC) se tornar realidade, grande parte da selva amazônica se transformará em savana."

Responsabilidade

Segundo ele, "a Antártida, as geleiras de Torres del Paine, a Amazônia - toda a humanidade deve assumir a responsabilidade por essas jóias em nome das gerações futuras", declarou.

O texto que foi divulgado oficialmente neste sábado pelo secretário-geral não menciona a Amazônia ao listar ecossistemas onde já se percebem evidencias "fortes" de impacto da mudança climática.

Mas os negociadores incluíram um quadro mais "suave" em que, entre vários exemplos, afirmam que "até meados do século, projeta-se que aumentos de temperaturas associados à redução do nível de água no solo ocasionarão uma substituição gradual da floresta tropical por savana no leste da Amazônia".

Além disso, eles enfatizaram que terras semi-áridas do continente sul-americano - como o sertão nordestino - tendem a ser substituídas por vegetação árida.

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